Há dez dias fora de combate, o (ex)ministro da Casa Civil Eliseu Padilha não voltará ao cargo após a licença para cirurgia de próstata.
Ele pediu para sair depois que José Yunes, amigo e “mula” de Temer, bateu a língua nos dentes.
A acusação é de que o (ex)chefe da Casa Civil pegou no escritório de Yunes um envelope com propina da Odebrecht.
Portanto, ilegítimo perdeu um importante operador de caixa 2 e das reformas trabalhista (precarização da mão de obra) e previdenciária (fim da aposentadoria).
Temer fala em “descentralizar” a articulação política aprovar as medidas antipovo no Congresso.
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