Paulo Maluf é acusado de desviar US$ 172 milhões – mais de 500 milhões de reais – das obras da Avenida Águas Espraiadas durante o seu mandato de prefeito de São Paulo, entre 1993 e 1996.
As provas são abundantes. Contas em bancos da Ilha de Jersey, extratos bancários, doleiros.
Muitos processos referentes ao roubo caducaram de lá para cá. O ministro Edson Facchin reduziu os desvios para U$15 milhões – ou quase 50 milhões de reais.
E aplicou a sentença de 7 anos e 9 meses de prisão em regime fechado.
Lula é acusado de ter recebido um apartamento de 200 metros quadrados na praia do Guarujá, de frente para o mar, estimado em 1 milhão.
Sem nenhuma mísera prova. Se fosse propina seria o caso de recusá-la, por ser muito pouco para um presidente da República.
O juiz Sergio Moro mandou prendê-lo por 9 anos e meio.
Está certo, Moro é da primeira instância e Facchin, da última, mas as leis em que se baseiam as sentenças não são as mesmas?
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