O voto do relator está absolvendo Moro, sob alegação de que a legislação eleitoral não deixa claro o que pode e o que não pode fazer ou gastar na pré-campanha, rechaça a acusação de corrupção por falta de provas e rebate a tese de que só pode gastar na pré-campanha 10% de toda a campanha, disse que isso não está na lei, mas num voto do ministro Edson Fachin que dizia respeito a prestação de contas e não a pré-campanha.
O rito no TSE costuma ser mais rápido que no STF, os votos dos outros ministros são mais curtos que o do relator, e às vezes se resumem a uma frase: “voto com o relator”.
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