247 – O Ministério das Cidades planeja inaugurar, até o mês de abril, mais 16 postos territoriais vinculados ao programa Periferia Viva, iniciativa voltada ao financiamento de obras de urbanização em favelas e regiões de baixa renda. A estratégia busca fortalecer o apoio técnico local para a elaboração de projetos apresentados por prefeituras e governos estaduais, ampliando a capacidade de execução das intervenções previstas. As informações foram divulgadas pela coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.
Atualmente, o programa já conta com postos territoriais em funcionamento em 14 localidades do país, incluindo João Pessoa, na Paraíba; Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco; Teresina, no Piauí; Fortaleza, no Ceará; Mauá e Santo André, em São Paulo; além do Rio de Janeiro.
Com a nova etapa de expansão, outras 16 unidades serão implementadas até abril. Entre os locais previstos estão o município de Olinda, em Pernambuco, e a região do rio Maranguapinho, em Fortaleza. A instalação desses postos faz parte das contrapartidas exigidas de estados e municípios para a liberação dos recursos federais destinados às obras de urbanização.
Os postos territoriais funcionam como bases de apoio técnico e comunitário. A iniciativa prevê a contratação de equipes interdisciplinares de assessoria técnica responsáveis por auxiliar na elaboração dos planos urbanísticos das comunidades atendidas. Esses planos são construídos com a participação direta dos moradores, que utilizam os postos como espaço para reuniões, debates e identificação das principais necessidades das áreas onde vivem.
Além de contribuir para o planejamento das intervenções, os moradores participam ativamente do processo, apontando demandas e acompanhando as etapas de formulação dos projetos. As atividades presenciais realizadas nos postos territoriais são consideradas centrais para garantir que as ações de urbanização estejam alinhadas às realidades locais.
A expectativa do Ministério das Cidades é que o programa alcance, ao todo, 59 postos territoriais em funcionamento em diferentes regiões do país, consolidando a estrutura de apoio técnico e social necessária para a implementação das obras previstas no âmbito do Periferia Viva.
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