247 – A recente substituição do relator no processo de dissídio coletivo dos servidores da Eletrobras no Tribunal Superior do Trabalho (TST) pode tornar ainda mais difícil o plano do comando privado da empresa de, eventualmente, realizar demissões em massa.
O novo relator do caso, Lélio Bentes, que assumiu a posição do ministro Maurício Godinho, agora vice-presidente do tribunal, é conhecido pela postura favorável aos direitos trabalhistas.
O julgamento do caso está previsto para novembro. Conforme relatado pela Coluna Esplanada, fontes internas da empresa afirmaram que o comando privado esperava que Godinho fosse substituído por um magistrado de perfil conservador, o que não se concretizou.
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