247 – O líder do PT na Câmara do Deputados, Pedro Uczai (SC), manifestou apoio ao projeto que prevê o fim da escala 6×1 e defendeu a mobilização para garantir sua aprovação no Congresso Nacional. A proposta, encaminhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passou a ser tratada como prioridade por aliados do governo e integra a agenda de mudanças na jornada de trabalho.
Em publicação na rede social X, antigo Twitter, o parlamentar petista destacou o caráter histórico da medida e reforçou a necessidade de engajamento social para impulsionar o debate e a tramitação da proposta no Legislativo.
Proposta é apresentada como avanço nas condições de trabalho
Ao comentar o envio do projeto, o deputado associou a iniciativa à melhoria das condições de vida dos trabalhadores brasileiros. Em sua mensagem, escreveu que “trabalho digno também é sobre ter tempo pra viver!”. Na sequência, classificou a proposta como “uma pauta histórica de quem defende mais equilíbrio entre trabalho e vida”.
A posição de Uczai acompanha o discurso do governo federal, que sustenta a redução da jornada semanal como forma de ampliar o tempo disponível para descanso, convivência familiar e qualidade de vida, sem reduzir salários.
Urgência constitucional pressiona debate no Congresso
O líder petista também ressaltou o estágio atual da proposta dentro do Congresso Nacional. Segundo ele, “a proposta está em regime de urgência e agora depende do debate e da mobilização”. O regime de urgência constitucional impõe prazos mais curtos para análise nas duas Casas legislativas e pode acelerar a deliberação sobre o texto. Com isso, o tema ganha maior visibilidade e tende a mobilizar tanto a base governista quanto setores contrários à mudança.
Mobilização política deve marcar tramitação do projeto
A fala de Uczai reforça a estratégia do PT de ampliar o debate público em torno do fim da escala 6×1 e da redução da jornada semanal para 40 horas. A articulação busca consolidar apoio dentro do Congresso e estimular participação social durante a tramitação da proposta.
Ao destacar o papel da mobilização, o deputado indica que o avanço do projeto dependerá não apenas da negociação política, mas também da pressão da sociedade sobre o Legislativo, em um cenário que tende a intensificar o debate sobre direitos trabalhistas no País.
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