CMG – O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou nesta segunda-feira (20) que o princípio de Uma Só China é a base para manter a paz no Estreito de Taiwan.
A afirmação foi feita durate a Conferência de Ministros das Relações Exteriores da Organização de Cooperação de Shanghai (OCS) em Astana, capital do Cazaquistão.
Wang Yi esclareceu a posição séria da China em relação ao discurso feito por Lai Ching-te, novo líder da região de Taiwan, na sua cerimônia de posse. Segungo Wang, o princípio de Uma Só China não deve ser violado. Existe apenas uma China no mundo e Taiwan faz parte dela. Este é um fato histórico e legal o qual não mudará, não importando quaisquer mudanças da situação na ilha de Taiwan. Qualquer um que tente desafiar o princípio de Uma Só China acabará fracassando.
O chanceler chinês salientou que as ações que buscam a “independência de Taiwan” não são viáveis. Segundo ele, a Declaração do Cairo de 1943 e a Proclamação de Potsdam de 1945 estipularam claramente que Taiwan, um território chinês roubado pelo Japão, deveria ser devolvido à China. Esses documentos com efeito legal internacional formaram uma parte integral da ordem internacional pós-Segunda Guerra Mundial, sendo uma memória coletiva da comunidade internacional. As ações que buscam a “independência de Taiwan” constituem o desafio mais grave à ordem internacional, bem como a ruptura mais significativa da paz no estreito de Taiwan.
“A tendência geral da reunificação da China é irreversível”, enfatizou Wang Yi. A questão de Taiwan é um assunto interno da China e a realização da reunificação total do país é a exigência unânime de todos os filhos da China, bem como um tendência histórica que não pode ser impedida por força alguma.
tradução: Shi Liang
revisão: Erasto Santos Cruz
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:






Participe da discussão