247 – A médica infectologista Luana Araújo criticou, nesta quarta-feira (2), na CPI da Covid, o que ela chamou de “politização esdrúxula” sobre as ações do governo Jair Bolsonaro na pandemia do coronavírus.
“Por essa polarização esdrúxula, politização incabível maiores talentos não estavam à disposição, não queriam trabalhar na secretaria. Temos cérebros incríveis nesse país”, disse ela.
A médica chegou a ser anunciada como secretária de Enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde, mas foi afastada dez dias depois pelo ministro Marcelo Queiroga. “O que sei é que houve essa confusão toda de imprensa e minha nomeação não saiu”, complementou.
A médica também afirmou que nunca discutiu tratamento precoce com Queiroga. “Nunca existiu esse assunto entre nós. É como se estivéssemos ainda discutindo de que borda da terra plana vamos pular. Estamos aqui discutindo algo que é ponto pacificado em todo o mundo”, disse.
A infectologista negou ter conhecimento sobre a atuação do chamado “gabinete paralelo” no governo. “Não tive informações sobre aconselhamento paralelo. Não encontrei ninguém sobre aconselhamento paralelo. Não encontrei com o presidente”.
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