247 – O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tentou proteger Bolsonaro em temas como tratamento precoce, compra de vacinas e uso de máscaras, avaliam integrantes da comissão parlamentar de inquérito.
Para os senadores, o general sustentou nestas quarta (19) e quinta-feira (20) essa posição em temas relativos à propagação do tratamento precoce e ações para evitar a compra de vacinas, entre as quais a Coronavac – em outubro, o próprio presidente chegou a dizer que cancelaria o contrato para aquisição do imunizante chinês desenvolvido em parceria com o Instituto Butantan, de São Paulo.
Para o relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), Pazuello foi o “campeão das mentiras” entre os que prestaram depoimento à comissão. Segundo levantamento do relator, o ex-ministro mentiu ou entrou em contradição pelo menos 14 vezes, informa o G1.
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