247 – Estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica Nature constata que as geleiras vem derretendo em ritmo mais acelerado nos últimos 20 anos. Entre 2000 e 2019, os pesquisadores observaram uma redução média de 267 gigatoneladas por ano, sendo que a partir de 2015 foi registrada perda média de 298 gigatoneladas.
Através de imagens do satélite Terra, da NASA, Alasca, Islândia, Alpes, Montanhas Pamir e Himalaia foram detectados como os principais focos de derretimento. Não são consideradas Groenlândia e Antártica.
O impacto sobre os níveis do mar é alarmante: 0.74 milímetros/ano, ou 21% do aumento geral observado durante o período.
Milhões ao redor do planeta dependem do derretimento glacial sazonal para água potável e o processo pode levar à cheia de lagos em regiões do sul da Ásia, alertam os cientistas.
“É difícil separar o fato de que a temperatura é o que está causando o derretimento do fato de que os humanos são, em geral, causando o aumento da temperatura”, diz Robert McNabb, da Ulster University, na Irlanda do Norte.
Com informações da Al Jazeera.
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