247 – A investigação da Polícia Federal envolvendo o empresário Marcos Moura, conhecido como “rei do lixo”, revelou um suposto esquema complexo de ocultação de bens e vastas transações, apontado como uma possível “nova Lava Jato” devido ao alcance nacional.
Segundo informações do jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil, Moura, preso desde a semana passada, guardava em um cofre uma escritura de compra e venda de um imóvel de luxo no condomínio Porto Trapiche Residence, em Salvador-BA, para o deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA), em uma transação mediada por empresas usadas para dificultar o rastreamento de bens.
A PF informou em documento que o empresário utilizava a empresa Patrimonial Moura Ltda., administrada por sua filha Bárbara Carvalho de Moura Abreu, para ocultar bens obtidos de práticas criminosas.
O suposto esquema atinge diversos estados e envolve figuras influentes, como o ex-prefeito ACM Neto e o senador Davi Alcolumbre, com indícios de manipulação em processos licitatórios e contratos públicos. Enquanto Moura tenta deixar a prisão com apoio de advogados renomados, a desembargadora do TRF1 Daniele Maranhão decidirá sobre sua liberdade.
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