“Todas as minhas alianças são públicas”, afirma Dino

Candidato do PCdoB foi entrevistado na TV Mirante e questionado sobre ter subido no palanque de Aécio Neves e Eduardo campos e se isso não confundiria o eleitor; “Todas as minhas alianças são públicas. O que confunde é você dizer uma coisa e fazer outra. Tenho muito orgulho de ser um candidato com aliança ampla”,…

Candidato do PCdoB foi entrevistado na TV Mirante e questionado sobre ter subido no palanque de Aécio Neves e Eduardo campos e se isso não confundiria o eleitor; "Todas as minhas alianças são públicas. O que confunde é você dizer uma coisa e fazer outra. Tenho muito orgulho de ser um candidato com aliança ampla", explicou Dino; também perguntaram se Dino implantaria o comunismo no Maranhão caso ganhasse a eleição; "Eu sou um democrata, meu partido defendeu a democracia. E eu não entendo porque tanta perseguição, que tem, inclusive, o sabor de ditadura militar"
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Goiás247 – O candidato Flávio Dino (PCdoB) foi o entrevistado da TV Mirante na noite desta sexta-feira na rodada de entrevistas com os postulantes ao governo do Estado.

A jornalista Amanda Couto lembrou que Dino já esteve no palanque de Eduardo Campos e Aécio Neves e foram divulgadas fotos dele ao lado da presidente Dilma Rousseff. Ela perguntou se isso não confunde o eleitor.

“Não. Você viu as fotos porque todas as minhas alianças são públicas. O que confunde é você dizer uma coisa e fazer outra. Tenho muito orgulho de ser um candidato com aliança ampla. Porque esse momento do Maranhão, fazer a virada de página, derrotar esse império oligárquico que está aí há 50 anos, exige uma aliança ampla. Então nós estamos reunindo partidos que apoiam a Dilma, que apoiam Aécio, que apoiam Marina. E eu tenho muita alegria de receber todos”, explicou o candidato.

Dino foi perguntando se implantaria no Maranhão o comunismo, caso ganhasse a eleição. O candidato afirmou que isso implicaria em revogar todas as leis brasileiras e “nenhum governador pode fazer isso”. “Meu compromisso é cumprir a Constituição e as leis e assim será feito”.

“Eu sou um democrata, meu partido defendeu a democracia. E eu não entendo porque tanta perseguição que tem, inclusive, o sabor de ditadura militar”, disse.

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