247 – O advogado Alexandre Kale, que defende o adolescente alvo das investigações da Polícia Civil catarinense sobre a morte do cão Orelha, afirmou não haver provas contra o jovem.
A corporação pediu a internação de um garoto apontado como autor da agressão. Três adultos – dois pais e um tio de adolescentes investigados – também foram indiciados sob suspeita de coação a testemunhas. Orelha foi atacado em 4 de janeiro, por volta das 5h30, na Praia Brava, no norte da ilha de Florianópolis.
“Nós vamos de qualquer forma, a todo custo, provar a inocência dos nossos clientes”, afirmou o advogado em entrevista ao Portal Uol. “Tem uma série de inconsistências, tem indícios frágeis, eu não vou falar nem provas, tem indícios frágeis para que me levassem a crer que esse adolescente praticou o crime contra o Cãozinho Orelha. Nós temos a maior necessidade de apurar realmente quem teria matado o cãozinho Orelha”, continuou.
No episódio envolvendo outro cachorro, com o nome de Caramelo, quatro adolescentes foram representados pela corporação.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão