247 – A Cadeia Pública de Ponta Grossa Hildebrando de Souza (PR), para onde foi encaminhado o ex-assessor da Presidência Filipe Martins, tem um histórico de superlotação e condições consideradas inadequadas.
Durante inspeção em agosto do ano passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afirmou que a unidade tem condições “péssimas” de funcionamento. O presídio foi construído para receber 355 detentos, mas tinha 816 presos, mais que o dobro da capacidade prevista.
Condenado a 21 anos de prisão no inquérito da trama golpista, o ex-assessor foi preso preventivamente nesta sexta, em Ponta Grossa, por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O ex-auxiliar de Jair Bolsonaro (PL) estava em prisão domiciliar, mas o STF revogou a medida, pois, de acordo com o magistrado, Martins descumpriu a determinação que proibia ele de usar redes sociais.
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