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Vídeo de festa em São Miguel do Gostoso (RN) durante a pandemia gera revolta nas redes

À justiça, os organizadores do evento disseram que seria exigido o uso de máscaras e testes de Covid aos participantes. Eles ainda afirmaram que o staff do evento “cuida do distanciamento social” e “distribui máscaras”

www.brasil247.com - Festa de Réveillon em São Miguel do Gostoso (RN) durante a pandemia
Festa de Réveillon em São Miguel do Gostoso (RN) durante a pandemia (Foto: Reprodução)


247 - Neste final de ano atípico, em meio à pandemia de coronavírus, um dos assuntos que mais tem sido comentados - e gerado revolta - nas redes sociais são as festas de Réveillon para centenas de pessoas sem máscara e qualquer cuidado com distanciamento social, enquanto o Brasil tem batido recordes diários de mortes por Covid-19.

Alguns casos mais polêmicos foram os de Mangaratiba, no Rio de Janeiro (com a festa organizada por Neymar), Cabo Frio e Ipanema com praias lotadas, a casa de Elba Ramalho alugada por um empresário paulista, e que teria reunido 700 pessoas, entre outras. Entre esta quarta e quinta-feira (31), foi a vez de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, ter um vídeo de uma festa de Réveillon espalhado nas redes.

Um dos que demonstrou preocupação foi o apresentador Marcos Mion. “Tudo que vimos de chocante até agora em termos de aglomeração...Ipanema, Cabo Frio e, hoje cedo, São Miguel Gostoso, vai perder a importância quando comparados com o que enfrentaremos hoje à noite. Deus nos ajude”, escreveu.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) tentou impedir a realização da festa, mas o desembargador Glauber Rêgo bancou a decisão de liberar geral por entender que não há ilegalidade no evento. À justiça, os organizadores do evento disseram que seria exigido o uso de máscaras e testes de Covid aos participantes. Eles ainda afirmaram que o staff do evento “cuida do distanciamento social” e “distribui máscaras”.

O vídeo foi espalhado pelo perfil BrazilCovidfest, criado para mostrar imagens de grandes festas que têm acontecido neste Réveillon de pandemia. A conta é alimentada por dois jornalistas de Curitiba que preferem não se identificar. De um dia para o outro, a página já alcançou quase dez mil seguidores, e os criadores contam que recebem muitos vídeos denunciando festas.

Confira algumas repercussões sobre São Miguel:

 

 

 

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