Temer recuou de extinguir o Minc. Recuou diante de quem não aceita sua agenda e seus golpes.
Temer, como circula na mídia, é vulnerável à pressões.
Recuar não é inteligência política, ainda mais depois de decisões unilaterais, sem diálogo. É falta de rumo ou falta de força para implementar o que realmente deseja.
Foi este o caso.
Não ousou experimentar a dose de mobilização diante de coisas como bolsa família, minha casa minha vida e o SUS. Recuou antes, para dissabor de seu machisterio, sempre desautorizado.
Não seriam 40 mil, seriam 40 milhões. Ou serão, quem sabe?
Logo, logo, pelo visto, Temer recuara à sua condição de vice decorativo.
As forças que o apoiaram, mercado e políticos pró Impeachment, já perceberam que ele até conseguiu carregar interinamente o que prometeu levar, mas não entrega o que “rouba”.
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