As eleições para a presidência da Câmara poderiam e deveriam ser um tribuna para:
1) A defesa da Constituinte Exclusiva para a Reforma Política;
2) O compromisso com nenhum retrocesso social e nos direitos civis e trabalhistas até aqui conquistados;
3) A promessa de trabalhar em prol de iniciativas legislativas que levassem ao combate emergencial ao desemprego;
4) A defesa de soluções responsáveis para a crise fiscal, no sentido da segurança jurídica com contratos, mas financiando o Estado a partir da revisão das injustiças tributárias.
A luta Centrão x bloco liderado pelo PSDB é entre a defesa do sistema político custe o que custar x a implementação ágil da revisão do projeto constituinte de 1988.
Até 2016, o PT e as esquerdas como um todo, mais ou menos abertamente, priorizaram o avanço social sobre o questionamento do sistema. O avanço social levou à inviabilidade desta escolha.
Tem que ser dado o passo seguinte, indo ao questionamento do sistema político, pois o PT só pode ser aceito, neste momento, pelo sistema político se renunciar à opção que fez até a admissão do golpe pela Câmara dos Deputados: o avanço social.
Isto semeia as bases para a necessária polarização, com estes termos, nas eleições municipais deste ano; e para os confrontos que sucederão o eventual retorno da presidenta ou o acúmulo necessário para a disputa de 2018 ou até mesmo alguma situação inusitada, de aprofundamento do golpe.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão