Opinião

PT e PCdoB deverão sofrer debandadas com apoio a golpistas no Congresso

Os dois partidos que foram mais aguerridos contra o golpe de Estado que culminou com a deposição da presidente eleita Dilma Rousseff, o PT e o PCdoB, tendem a perder muitos filiados se confirmarem apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), na Câmara, e à eleição de Eunício Oliveira (PMDB-CE), no Senado, como sinalizam as respectivas direções partidárias

Os dois partidos que foram mais aguerridos contra o golpe de Estado que culminou com a deposição da presidente eleita Dilma Rousseff, o PT e o PCdoB, tendem a perder muitos filiados se confirmarem apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), na Câmara, e à eleição de Eunício Oliveira (PMDB-CE), no Senado, como sinalizam as respectivas direções partidárias
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Os dois partidos que foram mais aguerridos contra o golpe de Estado que culminou com a deposição da presidente eleita Dilma Rousseff, o PT e o PCdoB, tendem a perder muitos filiados se confirmarem apoio à reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), na Câmara, e à eleição de Eunício Oliveira (PMDB-CE), no Senado, como sinalizam as respectivas direções partidárias.

Dirigentes petistas e comunistas contrários ao “acordão” confidenciaram ao Blog do Esmael o temor com uma possível debandada em ambas as agremiações, caso realmente elas apoiem os golpistas no Congresso no dia 2 de fevereiro.

Segundo o TSE, o PCdoB tem 392 mil filiados e o PT tem 1,6 milhão em todo o país.

O PSOL seria o destino mais provável para filiados “desgostosos” com o PT e o PCdoB. Mas a avaliação é que uma penca de petistas e comunistas fique numa espécie de “purgatório”, sem filiação partidária, como ativistas sociais em frentes de luta.

Como reflexo desse descontentamento com a política de “esquerda” pró-golpistas, nas direções das mesas da Câmara e do Senado, há uma crescente desmobilização da militância petista já sentida na convocação para o 6º congresso nacional em abril, que é precedida de uma eleição interna nas instâncias inferiores (estaduais e municipais).

Dos cerca de mil diretórios municipais em todo o país, apenas 66 estariam aptos a participarem do Processo de Eleição de Delegados (PED) deste ano de 2017. Em virtude disso, o PT decidiu dilatar os prazos para as regularizações.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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