A boa notícia é que Leandro Karnal abandonou definitivamente o jaquetão.
A outra é que ainda é possível fazer jornalismo quando se reúnem três profissionais como Fernando Mitre, Ricardo Boechat e Patricia Campos Mello.
Não consigo ver maus fluidos em Karnal. Nem intenções malévolas. Nem vejo nele um porta-voz da Fiesp ou do serviço secreto americano.
Ele falou no “Canal Livre” da Band na madrugada de segunda sobre a pós-verdade. O novo nome da mentira.
Não importa a ideologia de Karnal, ele é um cara bem-humorado e se alguma coisa falta hoje no Brasil são pessoas bem-humoradas.
Ele não veio para explicar, veio para divertir.
Não é azedo nem ressentido como outros que pensam mais ou menos como ele e ocupam grandes espaços na imprensa aspergindo ódio.
Não concordo com os que o reprovaram e até esculhambaram por ter ido jantar com Sergio Moro e postado no facebook.
Cada um janta com quem gosta. Ninguém está proibido de gostar de Moro.
Gostei da resposta que ele deu a uma mulher que o criticou dizendo algo do tipo “eu jamais iria jantar com Moro”:
“Então, se ele a convidar, a senhora recusa”!
Foi a melhor sacada dessa edição do “Karnal Livre”.
Karnal é o novo Chacrinha.
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