Opinião

Temer vira margem de erro

A CNI esteve na linha de frente do golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff e foi uma das principais “beneficiárias” da reforma trabalhista, que retirou direitos e precarizou a mão de obra dos trabalhadores brasileiros

A CNI esteve na linha de frente do golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff e foi uma das principais “beneficiárias” da reforma trabalhista, que retirou direitos e precarizou a mão de obra dos trabalhadores brasileiros
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O Ibope diz que míseros 3% apoiam Michel Temer (PMDB) e sua agenda entreguista. 

Contratado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o levantamento realizado entre os dias 15 e 20 de setembro atesta que apenas 3% avaliam Temer como bom; 16% o consideram regular; 77% dizem que o peemedebista é ruim ou péssimo; e 3% não souberam responder.

Em julho, segundo a sondagem, a aprovação de Temer era de 5%.

A pesquisa Ibope entrevistou 2 mil pessoas em 126 municípios. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais par mais ou para menos, portanto, pode-se afirmar, Temer virou uma margem erro.

A CNI esteve na linha de frente do golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff e foi uma das principais “beneficiárias” da reforma trabalhista, que retirou direitos e precarizou a mão de obra dos trabalhadores brasileiros.

Leia a íntegra do relatório da pesquisa Ibope

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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