Opinião

Nada de novo no front – Jesus e mais nada – Democracia ameaçada – parte final

A tirania, ou a barbárie são malsãs, porém as pseudodemocracias geram lobos em pele de cordeiros que cabem em cavalos de Troia. #LULALIVRE

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A paz armada, ou a guerra santa? Qual seria a melhor opção neste mundo pós-moderno e solto no universo do fascismo?

Estamos à revelia dos tempos modernos. Já que a democracia está ameaçada. Vimos que na base governamental estadunidense foi implantado um comando religioso que visou e visa implodir opiniões e soberanias em outros países usando o nome de Jesus Cristo.

Doug Coe morreu, mas o sonho não acabou. Qual seria a melhor opção? a perdida neste mundo pós-moderno bailando no universo do fascismo?

Estamos à revelia dos tempos modernos. Já que a democracia está ameaçada. Vimos que na base governamental estadunidense foi implantado uma dominação religiosa que visou e visa implodir opiniões e soberanias em outros países usando o nome de Jesus Cristo.

Doug Coe morreu, mas o sonho não acabou. Fellowship Foundation é uma organização que com seu viés religioso, coloca Jesus Cristo como seu agente e credencial; um clã que até hoje não arrefeceu seu objetivo maior. Os seus “Breakfasts” regados à oração, aliados à uma intromissão camuflada de amor ao próximo – continua seu trabalho (por debaixo dos panos) até os dias de hoje.

Trump, o presidente dos Estados Unidos foi abençoado por este Conglomerado que lá no início do século XX, se comprometeu com a volúpia religiosa. Usar a religiosidade como fim justificável, lembra o teórico Maquiavél.

Como já sabemos, Doug Coe foi o homem mais ‘”humilde” de esta Confederação fundada por Abraham Vereide em seu sonho mais ideologizado de poder. E após sua partida para o mundo dos mortos, deixou um herdeiro tão visionário (quanto ele) neste campo político; o “invisível” Doug Coe.

Na realidade tal Instituição que reúne políticos e afins em torno de uma doutrina (que apregoa a paz mundial) funciona até hoje como a filosofia ideal que busca sempre transfigurar: o binômio paz/guerra, em efeito, e nunca, em causa.

O front de batalha desarmada também verte sangue: o sangue de gente, de bicho, de vida. Existem Kantoreks diligenciando existências através da influência advinda de seus sacerdócios, assim como existem “Pauls Baumers” que de seus fronts de batalha redescobrem o quanto o patriotismo por vezes, se constitui em falácia inumana.

A missão da democracia está realmente ameaçada no mundo inteiro, e a massa apenas segue o pastor, que normalmente conta com o auxílio de um Border Collie treinado para arregimentar qualquer ovelha fugidia. 

Um só rebanho, e um só pastor, o que na realidade se traduz em uma única elite dominante que vem castrando (os sonhos) dos seres humanos – cada vez mais subutilizados ao bel prazer de esta casta globalizante e globalizada; que por sua vez é dominada pelo jugo de um capital que cresce exponencialmente tal qual uma população de bactérias in vitro.

A receita é não cair na rede do capital mutante; que fora criado por algum doutor Frankenstein; algum doutor Frankenstein que há séculos perdeu o controle sobre seu monstro.

A tirania, ou a barbárie são malsãs, porém as pseudodemocracias geram lobos em pele de cordeiros que cabem em cavalos de Troia.

#LULALIVRE

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