247 – Os senadores da CPI da Covid determinaram nesta terça-feira (31), as quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico da empresa de logística VTCLog, responsável por fazer a logística de medicamentos e vacinas para o Ministério da Saúde.
A VTCLog, contratada em 2018 durante a gestão de Ricardo Barros (Progressistas-PR) no Ministério da Saúde, entrou na mira da CPI sob suspeita de superfaturamento de R$ 16 milhões em contratos com o ministério.
Nesta terça-feira (31) a comissão suspendeu o depoimento do motoboy Ivanildo Gonçalves da Silva após o STF conceder ao funcionário da VTCLog o direito de não comparecer à oitiva para explicar o saque de 4,7 milhões de reais.
Para suprir a ausência do motoboy, a comissão convocou a CEO da VTCLog, Andréia Lima, para depor, no entanto, alegando “agenda prévia de viagem” Lima também não compareceu à oitiva.
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