A imagem diz tudo e mais um pouco, dois dos personagens que estiverem na maior arena jurídica-política do Brasil, no mínimo, nesse século.
O despreparado e arrogante ex-juiz, parcial, que rasgou a Constituição, que se prestou a participar dos graves crimes lesa-pátria, quebrando empresas, atacando a Soberania do Brasil.
Condenou sem provas Lula, o maior deles, mas tantos outros, foi decisivo para eleição do pior dos brasileiros, sendo seu servil e subserviente, sendo humilhado e saindo pela porta dos fundos, sem conseguir a sua paga, ser ministro do STF.
Na mesma imagem Zanin, o vencedor, que soube passar por tudo que passou, desacreditado, subestimado inclusive por seus pares, mas se manteve firme e convicto da tese jurídica de defesa de Lula.
Teve a paciência e confiou nas palavras de Lula quando inquerido pelo ex-juiz de que haveria outro dia, que a história daria uma volta.
Só não sabia que seria tão grande, Lula inocentado, voltou à arena política, se elegeu e indicou Zanin ao STF, nem em roteiro de cinema preveria que justamente o ex-juiz que fez de tudo por uma vaga, fez perguntas sem nenhum brilho ao Zanin.
A roda da história girou e proporciona um dia como o de hoje, Lula com o papa Francisco e Zanin sendo conduzido ao maior posto do judiciário.
Não é vingança, é justiça.
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