Nos anos 60, os Estados Unidos estimulavam golpes de estado na América Latina convencidos de que só ditaduras militares poderiam brecar o avanço do comunismo que tinha triunfado em Cuba.
E que é a maior ameaça ao capitalismo.
Com o fim do proselitismo cubano e, sobretudo, com o desmantelamento da União Soviética, a política dos States, sob republicanos ou democratas, passou a estimular democracias e repudiar golpes de estado.
Os Estados Unidos não têm mais interesse em golpes de estado.
E sem o apoio dos Estados Unidos, golpes de estado na América Latina estão fadados ao fracasso.
Seja no Brasil, seja na Bolívia.
O lema da Casa Branca agora é “ditadores, go home!”
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