Liberdade é sinônimo de autodeterminação. Viver é um ato de coragem. O sistema criado pelo Homem, obviamente, já virou um Frankenstein fagocitário. Se você pensar e/ou agir com a ferramenta da cosmovisão, fora do senso comum, ou seja, contrariando o monstro, com certeza ele te mastigará…
Os seres pensantes e portanto cognoscentes acabam se comportando como Diógenes de Sinope, hoje filósofo, que disse: “A verdadeira liberdade e felicidade não estavam no poder, mas na autonomia pessoal e na libertação dos desejos superficiais”.
Qual o preço da liberdade?
Quem ganha um salário mínimo ou menos que isso, possui liberdade na placa de Petri, que é o sistema capitalista, ou é mais um condenado à morte? Às vezes, lenta, gradual e na fila da saúde e da educação precária.
Sem mobilidade social – que é gerada por um modelo previdenciário infectado por legislações torpes – nunca sairemos do estado CASA GRANDE E SENZALA.
Prevalecerá um círculo infinito de desigualdades em nosso tecido social. E não se dá a isto a relevância e a transparência merecidas.
“BRASÍLIA – Perfilados atrás de onde se sentam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), 11 assistentes aguardam a entrada dos magistrados durante cada sessão presencial. Além de prestar apoio administrativo, esses funcionários puxam as cadeiras dos juízes e os acomodam enquanto eles se ajustam nas poltronas de cor bege desenhadas pelo arquiteto e designer Jerzy Zalszupin. O salário mensal de cada uma desses auxiliares é de R$ 6.400,00”.
O fragmento exposto acima, noticiado pelo Estadão, traz à baila uma realidade vigente, bem típica de um modelo elitista.
A prisão sistêmica irá manter o ser humano cativo, se não houver mudança. Enquanto a moeda de troca no planeta, for o lucro voraz através da opressão imperialista: a maioria será apenada por uma minoria arrogante e vilipendiadora. Liberdade para os explorados seculares!
E que a lembrança do Cristo, morto pelo Sistema Frankenstein nesta Páscoa, não seja farsesca ou estéril.
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