O mundo de uma forma geral e, no particular, a maioria dos brasileiros já tem convicção com provas, e não em PowerPoint, que a Justiça brasileira cumpriu péssimo papel legitimador de prender injustamente o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, por inexistência de crime e de provas no caso Triplex e em todos os demais, exceto na armação comprovada do ex-juiz Sérgio Moro e o MPF liderado por Daltan Dallagnol.
A partir desta segunda-feira, 23, o ex-presidente passa a contar com um benefício legal previsto em lei que se aplica na redução de pena, embora Lula esteja decidido a não acionar este dispositivo por entender que sua liberdade precisa ser plena e total, não gradativa.
É que, como está estabelecido, Lula terá cumprido um sexto da pena a que foi condenado no caso Triplex – lembremos com PowerPoint do procurador Dallagnol e delação forjada do dono da OAS instruído por Moro – sem nenhuma prova convincente até a presente data.
Preso em Curitiba desde abril de 2018 na superintendência da PF, em Curitiba, Lula tem recebido mais estadistas e figuras relevantes da cena nacional e internacional do que todo governo Bolsonaro, mas a partir da perspectiva de soltura do ex-presidente já é indispensável conviver com sistema de segurança para protegê-lo.
Enlouquecidos na fúria anti-petista, milicianos fascistas espalhados pelo País já manifestam publicamente o desejo até de matar Lula por não terem destruído a história e a vida em si do mais importante presidente do Brasil das últimas décadas. Trocando em miúdos, diante da projeção plausível de liberdade de Lula é algo indispensável, mesmo que paranóico, conviver com forte esquema de segurança porque o Brasil precisa de Lula para reparar e recuperar nossa combalida Democracia pondo no prumo do desenvolvimento humano o futuro do País.
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