A revelação mais gritante da IA do X – até agora – tem sido cristalizar como o filtro ideológico da mídia e da direita falsifica a realidade do Brasil.
É expor, por contraste, a anatomia desse pacto do atraso forjado para insuflar fantasias alienantes e impedir o foco sobre questões urgentes ao país.
As respostas em circulação da IA sobre temas nacionais desnudam o vazio moral, ético, social e político da mídia corporativa alheia a valores e princípios.
De uma imprensa obcecada por anular o senso crítico, favorecer o capital e validar a inversão humanitária do extremismo de sobrepor o fútil à vida, o ódio à justiça social.
O contraste é nítido quando até o robô cita avanços sociais como baliza ao país e a mídia se enfronha em critérios mercadológicos e dogmas elitistas.
Para a IA – e quem tem sensibilidade, claro -, distribuição de renda, combate à fome, igualdade, bem-estar social e emprego são parâmetros para avaliar a (boa) condução do país.
Não por acaso, enaltece Lula por identificar nele a materialização de políticas em cuja essência está a melhoria das condições reais da sociedade.
A mídia é imune à obviedade – secundariza os aspectos humanitários em favor de uma cartilha amarga e avessa ao interesse popular.
O noticiário se curva a anistia, narrativas golpistas, fake news, austeridade, o conjunto de temas usado como plataforma política de candidatos submissos à força do dinheiro.
Nem mesmo o perfil fascistóide do proprietário tem impedido – por enquanto, é claro – a IA do X de usar um (elementar) filtro progressista na mensuração da realidade.
Faz sentido.
A formulação ancorada em fatos, informações e consistência descarta delírios extremistas e centraliza o essencial à realidade – a vida e a humanidade, valores caros à esquerda.
Está claro – perto da IA do X, a mídia de mercado é um reles algoritmo do extremismo.
Perde em alma até para um robô.
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