Opinião

Bandidos que julgarão uma mulher honesta serão derrotados pelo plenário do Senado

A narrativa registrada pelo maior jornal do mundo há quatro meses ainda é repetida em toda a mídia internacional, exceto no Brasil onde prevalece o ‘jornalismo de guerra’ e a censura às pautas de interesse da democracia e do povo

A narrativa registrada pelo maior jornal do mundo há quatro meses ainda é repetida em toda a mídia internacional, exceto no Brasil onde prevalece o ‘jornalismo de guerra’ e a censura às pautas de interesse da democracia e do povo
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New York Times matou a cobra e mostrou o pau: ‘trying to oust brazil’s leader but facing own graft charges’. Em bom português, o jornal norte-americano cravou que corruptos querem cassar a presidente do Brasil — uma mulher honesta. 

A narrativa registrada pelo maior jornal do mundo há quatro meses ainda é repetida em toda a mídia internacional, exceto no Brasil onde prevalece o ‘jornalismo de guerra’ e a censura às pautas de interesse da democracia e do povo.

Pelo menos metade dos senadores que julgará Dilma Rousseff esta semana é de bandidos, reconhecidos como tal, envolvidos na Lava Jato e outros crimes. É aí que entra o divisor de água, ou seja, a outra metade é tida como ética e desenvolvimentista — preocupada com a Nação.

Dilma Rousseff já atingiu 31 votos necessários para barrar o golpe de Estado, segundo o coordenador da resistência, o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Após a presenta da presidente no Senado, nesta segunda (29), calcula-se que esse número contrário ao impeachment chegará a 40.

Evidentemente, o golpe será definitivamente sepultado pelo plenário do Senado com a clara proposta de realização de plebiscito para antecipar a eleição presidencial.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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