Opinião

Bolsonaro “Covardão”: o indiciado!

“A importância desse indiciamento é fundamental do ponto de vista político”, avalia Arnóbio Rocha

Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente da República Jair Bolsonaro por associação criminosa e falsificação de documentos de vacinação. Por enquanto parece bem leve, mas em breve muito mais virá, é o que indica o andamento dos vários inquéritos, como o das fake news, da tentativa de golpe do dia 08.01, entre outros.

Cabe aquela pergunta para testar a coerência bolsonarista:

“Bandido bom é bandido morto”?

Pois, para eles, só em ser investigado, já virou culpado e bandido, logo…

Do nosso lado, somos coerentes, o direito à ampla defesa e ao contraditório devem ser respeitados e apenas no trânsito em julgado é que vamos ver a justiça ser efetivada, não condenamos por antecipação e nem trataremos como culpado.

A importância desse indiciamento é fundamental do ponto de vista político, do clima político do Brasil, ele é calcado nas investigações e nas provas, não é um desejo do atual governo, ou do ministro Alexandre de Moraes, um capricho, ou uma vingança

A responsabilidade máxima de um presidente da República, numa pandemia, com mais 700 mil mortos, no mínimo, seria incentivar a vacinação, a imunidade do seu povo, a emergência de saúde pública. Seria impensável alguém falsificar essas informações essenciais e que servem de exemplo ao país, de que todos e todas querem o fim da pandemia.

Agora é esperar os novos indiciamentos. Ele tem de responder um a um, os processos, com todas as garantias e direito de defesa, só assim, a democracia se impõe.

Sem anistia!

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

Participe da discussão

Acompanhe as
últimas notícias