Por Renato Rovai , da Revista Fórum – Sempre defendi Ciro Gomes como um quadro político progressista e de qualidade. Vejo neles mais virtudes do que defeitos, mas ele perdeu o rumo desde que foi derrotado em 2018. Suas verborragia já não é algo que se possa tratar apenas como excessos. Passou de todos os limites. Ele espalha fake news sobre colegas do mesmo campo político para que essas pessoas sejam perseguidas pelos seus seguidores e também por bolsominions.
Ele mentiu sobre Paulo Moreira Leite e Kiko Nogueira como você pode ver nesta minha fala. Também acusou o DCM e o 247 de receberem dinheiro do petrolão e do mensalão na entrevista que deu ao UOL. O que seguramente ele não deve ter como provar.
Me desculpem pela forma dura como trato deste assunto neste vídeo. Mas considero este tipo de ataque algo sórdido. Sou colega de PML e Kiko, mas não gozo da amizade deles. Nunca frequentamos um a casa do outro. Mas não é isso que me move, o amiguismo. E sim o sentimento de que ao espalhar essas mentiras, Ciro faz de forma intencional para criminalizar todo um campo do jornalismo. A mídia independente seria pena paga. Não se moveria por convicções, mas por corrupção. Isso é o que chamo de sórdido. E há gente perto dele, que faz sua defesa nas redes e que conhece nossa história. E sabe que isso é pura canalhice.
Espero que os ofendidos processem Ciro para que ele tenha a oportunidade de provar o que disse. Se ele estiver certo, pedirei desculpas. Se ele não estiver, espero que seja condenado. E que isso sirva de lição a ele e a outros que consideram a pluralidade informativa algo movido por interesses mesquinhos e corruptos.
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