As consideradas classes hegemônicas jamais odiaram a pobreza. Pelo contrário, elas sabem e compreendem que a pobreza é a essência de sua soberania para ser atendida pela mão de obra barata.
Odeiam o pobre, porque ele eterniza a pobreza e a beneficia em forma de privilégios, além de ser desprovido de senso crítico. Desprezo! O pai da violência.
Os ricos e as classes médias odeiam conviver com o pobre, que lhe serve como escravo que vota no seu inimigo, que, por sua vez, controla os órgãos de repressão.
Dominam há seculos a educação, a cultura e, principalmente, os meios de comunicação, sem falar em racismo, violência e degeneração moral, social e econômica das sociedades em toda sua plenitude e irracionalidade brutal.
Existir para as classes dominantes é odiar o pobre, não valorizar o trabalho que a enriquece e se valer de sua pobreza.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão