A estratégia do núcleo duro do bolsonarismo, que são os envolvidos nas tramas palacianas do então presidente Bolsonaro, é enrolar a justiça e tentar tumultuar o panorama político até as eleições de 2026.
Nem nos piores pesadelos essa turma imaginou que Bolsonaro não se reelegeria. Além da história mostrar que, até então, todos os presidentes conseguiram a reeleição, a aposta financeira na ‘compra’ de votos foi muito alta.
Jair Bolsonaro tinha como certo que seria reeleito e que faria seus sucessor em 2026, abafando todos as maracutaias produzidas pela quadrilha. O paraíso era afundar o país em uma duradoura dinastia protofascista.
Como foram pegos de surpresa, estão como baratas tontas diante das evidências que a PF vai passando para a imprensa.
A coletiva que o advogado Frederick Wassef convocou para afirmar que foi aos EUA comprar o relógio Rolex, que é um presente ao governo brasileiro, com o próprio dinheiro e por iniciativa própria, foi um passo estratégico na defesa do grupo.
Após a coletiva, aliados de Bolsonaro passaram a se referir ao advogado como ‘Wasséfalo’, dando uma conotação falsa de que não estão articulando em conjunto.
Sem outro plano, a não ser a negação de tudo e, posteriormente, a admissão culposa, a justiça terá de agir rápido para que essa gente pare de brincar com a nossa inteligência.
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