Por Leandro Fortes, para o Jornalistas pela Democracia
Talvez tenha sido uma decisão secreta do Departamento de Estado dos EUA a esterilização completa de Bolsonaro, vá saber.
Mesmo a CIA, em seus tempos áureos, devia ter alguns limites para a perpetuação de lideranças títeres mundo afora.
Podiam torturar, matar, roubar, fazer o diabo, mas, em certo grau de demência, melhor evitar a reprodução.
No caso de Bolsonaro, como bem apontou o humorista José Simão, essa vasectomia veio com 40 anos de atraso – período em que se incubaram e nasceram os 01, 02, 03 e 04, reproduzidos como flagelos em série, pelo capitão.
Ou, o que é mais provável, o País vem sendo enganado sobre essas idas recorrentes do presidente aos hospitais, desde a facada mandrake que o elegeu, em 2018.
Fazer uma segunda vasectomia de emergência (!) talvez tenha sido uma das notícias mais bizarras da medicina mundial, nos últimos tempos.
Isso depois de, no final do ano passado, ele ter baixado hospital por conta de uma inusitada queda no banheiro, após ter sido operado de uma súbita hérnia abdominal.
O mais provável é que Bolsonaro esteja pior por dentro do que por fora.
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