A mais recente Operação da Lava Jato investe contra mais um petista de expressão, Jaques Wagner, ex-governador da Bahia e um dos nomes cogitados pelo PT para substituir Lula na eleição presidencial de 2018 caso o ex-presidente seja impedido pela Justiça de concorrer.
A delegada da PF que conduziu operação de busca e apreensão na residência de Wagner pedira a prisão temporária dele ao TRF1, de Brasília, que negou o pedido, continuando uma postura que aquela Corte vem demonstrando de não embarcar automaticamente nos ataques políticos ao PT.
Mas isso não é o pior, apesar de emblemático. Na semana passada, inventaram qualquer coisa contra os advogados de Lula para investigá-los por advogarem para a Fecomércio do Rio de Janeiro.
A acusação: foram os advogados que mais prestaram serviço a uma instituição que, ao que se sabe, nunca esteve na ilegalidade e, portanto, tem direito de contratar advogados.
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