O Brasil acaba de colher uma vitória com o afastamento de William Waack, alguém que se tornou conhecido na Globo por seu comportamento antissocial, por seu racismo explícito, que era praticado diante de colegas.
Que ninguém se engane: apesar de algumas teorias conspiratórias que até devem ser verdadeiras, como a de que a própria Globo vazou o vídeo do ex-âncora do Jornal da Globo, o fato é que o racismo e o comportamento antissocial de Waack são tolerados pela emissora há décadas.
E que ninguém tampouco se engane: a Globo não teria “limado” Waack se a repercussão não tivesse sido o que foi. Posso falar pelo vídeo do Blog da Cidadania sobre o episódio. Caminha celeremente para 1 milhão de visualizações e ficou em segundo lugar no trending topics do YouTube durante quase 24 horas.
É só nos darmos conta do que diz Ali Kamel, diretor de jornalismo da Globo, sobre racismo no Brasil. Sua “obra” intitulada “Não somos racistas” nega que William Waack exista.
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A exposição do racismo cruento que se viu na quarta-feira nas redes sociais obrigou a Globo a nem pensar em abafar o caso. As ruas – inclusive as “ruas” digitais – pautaram a toda poderosa Rede Globo, minhas amigas, meus amigos. E isso não é pouco, não.
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