Opinião

Janaína Paschoal, primeira no golpe e última no concurso da USP

Primeiríssima no golpe que derrubou Dilma Rousseff, na condição de “jurista”, Janaína Paschoal ficou em último lugar no concurso público para professor titular da USP

Brasília - Janaína Paschoal, um dos autores do pedido de afastamento da presidenta Dilma Rousseff, na Comissão Especial do Impeachment no Senado (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
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Primeiríssima no golpe que derrubou Dilma Rousseff, na condição de “jurista”, Janaína Paschoal ficou em último lugar no concurso público para professor titular da USP.

A autora do pedido de impeachment da presidenta eleita perdeu a vaga dos juristas Alamiro Velludo e Ana Elisa Bechara. Janaína já é professora contratada da universidade estadual em cargo não concursado.

Janaína Paschoal disputava uma das vagas que era ocupada por Miguel Reale Júnior, que apresentou o pedido de impeachment em conjunto com a tresloucada advogada.

A outra vaga era ocupada pelo professor Vicente Greco Filho, também aposentado.

Mesmo com o resultado pífio, continua como professora associada.

Desde que propôs a cassação de Dilma por crime de “pedalada fiscal”, Janaína foi “apagada” pela velha mídia e tem sido um fiasco no Twitter. Suas últimas incursões nas redes sociais vão da denúncia da “invasão do Brasil pela Rússia” ao anúncio de que seria inspetora dos banheiros no parque Ibirapuera.

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