Opinião

Lava Jato abusa do “lawfare” contra Dirceu

Lawfare é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política, portanto uma guerra jurídica para anular a parte ideologicamente adversária. Resta saber se o Supremo vai sucumbir ao abuso de autoridade a essa impiedosa perseguição da Lava Jato

O procurador da República Deltan Dallagnol, que integra o núcleo da Operação Lava Jato, participa de lançamento, no Rio, do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, do MPF (Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil)
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O procurador Deltan Dallagnol diz ter convicção — não provas — de que o ex-ministro José Dirceu recebeu propinas da UTC e Engevix.

Em coletiva na manhã desta terça-feira (2), Deltan reconheceu que “houve a precipitação” da apresentação da denúncia contra o ex-ministro em virtude da análise do habeas corpus pelo STF — embora a mesma ainda esteja sendo “elaborada e amadurecida”. Ou seja, é mais uma denúncia inconsistente somente com o objetivo de manter o petista preso.

Portanto, trata-se de mais um lawfare da Lava Jato contra Dirceu, pois, apesar da convicção de Deltan, não há provas concretas contra o ex-ministro.

Lawfare é uma palavra inglesa que representa o uso indevido dos recursos jurídicos para fins de perseguição política, portanto uma guerra jurídica para anular a parte ideologicamente adversária.

Resta saber se o Supremo vai sucumbir ao abuso de autoridade a essa impiedosa perseguição da Lava Jato.

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Cortes 247

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