Por Leandro Fortes, do Jornalistas pela Democracia – De todos atos administrativos do ex-presidente Lula, o mais correto, nobre e inteligente foi demitir Cristovam Buarque do Ministério da Educação, por telefone.
Hoje, sabemos que a medida foi acertadíssima, no timing e no método.
Cristovam, ex-governador do Distrito Federal pelo PT, foi um péssimo governante e, no MEC, uma nulidade constrangedora.
Ressentido, tornou-se um ativista da mediocridade até que, finalmente, fez o que se esperava dele: pulou para o barco da direita, apoiou o golpe contra Dilma Rousseff e votou a favor do congelamento de investimentos, inclusive da educação, por 20 anos.
Em pouco mais de duas décadas, deixou de ser um reitor respeitado da UnB para virar uma aberração cognitiva no Twitter, onde vive um delírio particular, sem nenhum filtro, exposto diariamente ao ridículo e ao escárnio de seus ex-eleitores.
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