Opinião

Nem a pau, Juvenal: Papa rejeita convite de Temer

O Papa ainda puxou a orelha do ilegítimo ao dizer que não deixa de pensar em muitas pessoas, sobretudo nas mais pobres. De uma forma mais polida, Papa Francisco respondeu sobre a visita ao golpista Michel Temer mais ou menos assim: nem a pau, Juvenal!

Papa Francisco fala na Praça São Pedro, no Vaticano. 24/2/2016. REUTERS/Max Rossi
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O Papa Francisco rejeitou o convite de Michel Temer para visitar o Brasil enquanto ele, o golpista, continuar na Presidência da República.

Nos últimos dias, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou o ilegítimo governo Temer de inimigo dos trabalhadores brasileiros. As missas de Páscoa foram rezadas nas paróquias da Igreja Católica com fortes críticas à reforma da previdência, por exemplo, e em defesa do Estado Social.

A Igreja do Papa Francisco no Brasil vem reafirmado que Temer “escolhe o caminho da exclusão social”.

A previsão de votação de matérias que interessam à banca financeira, portanto contra o povo brasileiro, deverá distanciar ainda mais a Santa Sé do Palácio do Planalto. Dentre as pautas antipovo no Congresso estão a reforma da previdência (fim da aposentadoria) e a reforma trabalhista (precarização da mão de obra).

“Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes sócio-político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”, despistou o Papa, ao negar o convite formulado por Michel Temer no fim de 2016.

O Papa ainda puxou a orelha do ilegítimo ao dizer que não deixa de pensar em muitas pessoas, sobretudo nas mais pobres.

De uma forma mais polida, Papa Francisco respondeu sobre a visita ao golpista Michel Temer mais ou menos assim: nem a pau, Juvenal!

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Cortes 247

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