Opinião

Paulo Preto, o super-Geddel do PSDB, será socorrido por Gilmar, o Posto Ipiranga do PSDB

“Paulo Preto, o super-Geddel do PSDB que tem R$ 113 milhões de propinas escondidos em paraísos fiscais nas Bahamas, se movimenta para escapar da justiça, como faz todo tucano envolvido em escândalos. Para desfrutar de foro privilegiado e gozar da impunidade eterna, o operador de propinas do PSDB se socorreu de Gilmar Mendes, o Posto…

"Paulo Preto, o super-Geddel do PSDB que tem R$ 113 milhões de propinas escondidos em paraísos fiscais nas Bahamas, se movimenta para escapar da justiça, como faz todo tucano envolvido em escândalos. Para desfrutar de foro privilegiado e gozar da impunidade eterna, o operador de propinas do PSDB se socorreu de Gilmar Mendes, o Posto Ipiranga do PSDB no STF", critica o colunista do 247 Jeferson Miola sobre o operador do PSDB
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Paulo Preto, o super-Geddel do PSDB que tem R$ 113 milhões de propinas escondidos em paraísos fiscais nas Bahamas, se movimenta para escapar da justiça, como faz todo tucano envolvido em escândalos.

Para desfrutar de foro privilegiado e gozar da impunidade eterna, o operador de propinas do PSDB se socorreu de Gilmar Mendes, o Posto Ipiranga do PSDB no STF.

A rede Ipiranga é aquela faz propaganda das lojas de conveniência dos seus postos de combustíveis, onde se consegue resolver qualquer problema a qualquer hora do dia – o equivalente à “multifuncionalidade” do Gilmar no STF.

Segundo notícia do jornal Valor, a defesa de Paulo Preto, que é a mesma do tucano Aloysio Nunes Ferreira, quer transferir o processo judicial que Paulo Preto responde na 5ª Vara Criminal de SP para o STF – mais precisamente, para o gabinete do também tucano Gilmar Mendes.

A defesa de Paulo Vieira de Souza, o ‘Paulo Preto’, aposta em uma decisão favorável do ministro Gilmar Mendes para deslocar ao STF investigação sobre peculato realizada pelo MPF e que tramita na 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo”.

Segundo a notícia do Valor, “o advogado de Paulo Preto argumenta que a investigação que tramita em São Paulo tem relação com o apurado nos inquéritos decorrentes das delações da Odebrecht em que Serra e Aloysio figuram como investigados por corrupção e caixa dois”.

O jornal esclarece que “Serra e Aloysio contam com privilégio de foro e o relator das investigações é o ministro Gilmar Mendes” – óbvio que por “incrível coincidência” do sorteio algorítmico de distribuição dos processos no STF [sic].

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