A extrema-direita ainda divide-se entre várias variantes, mas, coordenada pelo capital, pelo imperialismo e pela imprensa golpista, avança a passos largos. A última manifestação do dia 15/03 foi o ápice até o momento da unidade da burguesia nacional, imperialista, e a pequena-burguesia conservadora e fascistóide contra o comunismo, contra os trabalhadores de modo geral.
O fascismo avança, ele está na ofensiva. Clama pelo golpe de estado, seja ele militar, seja pelo impeachment.
A esquerda se divide também. Entre socialistas e anarquistas, entre revolucionários, reformistas e oportunistas. A classe operária ainda não superou o refluxo de anos. Encontra-se na defensiva.
Nesse cenário é necessário uma unidade concreta, uma unidade prática da esquerda e das organizações operárias contra um inimigo comum. Ou seja, apesar das divergências ideológicas, doutrinárias, políticas, organizativas que dividem a classe operária e os setores progressistas da juventude é preciso se unir num único ponto: numa ação de luta contra o fascismo.
Caminhar separados, combater unidos!
Por uma frente única antifascista!
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