Opinião

Um presidente em pânico

“O que mais me impressionou na resposta de Bolsonaro a André Marinho hoje, no Pânico, da Jovem Pan, foi sua cara de pavor”, escreve o jornalista Alex Solnik

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O que mais me impressionou na resposta de Bolsonaro a André Marinho hoje, no Pânico, da Jovem Pan, foi sua cara de pavor.

Indagado se “rachador” devia ser preso, saiu pela tangente, visivelmente irritado, mas contido:

“Seu pai quer a cadeira do Flávio”.

Depois ameaçou a produção do programa:

“Se o Marinho aparecer mais uma vez, eu vou embora”.

E foi embora, com medo da próxima intervenção do rapaz.

Fugiu.

Não há covardia maior que torturar alguém.

E quem admira torturador é covarde ao quadrado.

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Cortes 247

Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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