O que mais me impressionou na resposta de Bolsonaro a André Marinho hoje, no Pânico, da Jovem Pan, foi sua cara de pavor.
Indagado se “rachador” devia ser preso, saiu pela tangente, visivelmente irritado, mas contido:
“Seu pai quer a cadeira do Flávio”.
Depois ameaçou a produção do programa:
“Se o Marinho aparecer mais uma vez, eu vou embora”.
E foi embora, com medo da próxima intervenção do rapaz.
Fugiu.
Não há covardia maior que torturar alguém.
E quem admira torturador é covarde ao quadrado.
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