Finalmente a vacinação teve início no dia 17 de janeiro, trezentos e dez dias aproximadamente, desde o início da quarentena, quando o Brasil assistiu a peleja entre a ciência e a ignorância. O presidente Bolsonaro entrou em depressão com a esperança da população, tanto que sumiu das redes sociais.
A Anvisa, o Butantan e a Fiocruz mostraram que, apesar de todos as sabotagens de Bolsonaro para destruir as pesquisas e o início da campanha de vacinação, o Brasil tem servidores públicos comprometidos com o interesse público.
Mesmo diante de uma quantidade absurda de corpos sendo sepultados por Covid-19 e da dor dos familiares, não houve um momento de empatia por parte do presidente da república, que seguiu firme na sua jornada a favor da morte, da propaganda nociva do tratamento precoce e do tensionamento político com os governadores.
O agravamento em Manaus por conta da falta de cilindros de oxigênio, foi a gota d’agua para uma reação contra o genocida. Diante da falta de ação, quero crer por incompetência, do governo federal, que disse que nada podia fazer, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em ato de solidariedade, mesmo que Bolsonaro tenha oferecido soldados para os EUA invadirem seu país, enviou caminhões com cilindros de oxigênio e médicos para Manaus.
Pode ser que Bolsonaro, inimigo do Brasil, venha a recrudescer e faça retaliações para dificultar que o mapa da vacinação no Brasil seja ampliado. Sua claque do ódio está enfurecida e, covardemente, tenta desqualificar e ameaçam a enfermeira Mônica, voluntária que recebeu a primeira dose da vacina, no Hospital das Clínicas de São Paulo onde trabalha.
A chave foi virada, houve panelaços, passeatas e carreatas pedindo impeachment, ainda tímidos, mas que tendem a crescer no ritmo da vacinação.
Como postou Marcelo Freixo em uma rede: “É impeachment (do presidente) ou morte (dos brasileiros)”!
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