247 – O Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta quinta-feira (11) para condenar o tenente-coronel Mauro Cid na investigação do plano golpista. O ex-ajudante de ordem de Jair Bolsonaro (PL) foi acusado de organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e dano qualificado pela ministra Cármen Lúcia.
A ministra Cármen Lúcia acompanhou os votos dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, que também votaram pela condenação do militar. Já o ministro Luiz Fux tinha votado pela condenação de Mauro Cid apenas pelo crime de abolição do Estado Democrático de Direito.
Também nesta quinta, a ministra Cármen Lúcia rejeitou o pedido de anulação da delação premiada de Mauro Cid apresentado pela defesa de alguns réus.
O STF também formou maioria para condenar os outros sete réus nesta etapa inicial do julgamento – Jair Bolsonaro, o ex-comandante Almir Garnier Santos, o ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira, o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional Augusto Heleno, o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), o ex-ministro Anderson Torres e o general Braga Netto, ex-vice de Bolsonaro.
Ao todo, o Supremo tornou 31 réus no inquérito do plano golpista.
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