247 – A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o atropelamento que matou Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos, em Ipanema, na zona sul da capital fluminense. A jovem foi atingida no sábado (16) e morreu no dia seguinte. O motorista envolvido no caso foi ouvido pelas autoridades e liberado.
As informações são do Metrópoles. Mariana era filha do diplomata Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial no gabinete do presidente Lula, e de Ana Patrícia Neves Abdul Hak, cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires. A página oficial do Planalto identifica Ibrahim Abdul-Hak Neto como assessor especial da Assessoria Especial do Presidente da República.
A mãe de Mariana também foi atropelada no mesmo episódio. Segundo as informações disponíveis, Ana Patrícia recebeu atendimento médico e já teve alta.
O caso ocorreu em um momento de mudança na vida da jovem. Mariana estava se transferindo para o Rio de Janeiro depois de passar cerca de dez anos vivendo na Europa. Ela havia chegado à cidade no mesmo dia em que foi atropelada.
Mariana era formada em administração de empresas e acumulava experiência internacional desde a juventude. Ao longo da vida, morou em países como Reino Unido, Venezuela, Bélgica, Líbano, França e Itália.
Em entrevista à Record, Ibrahim Abdul Hak Neto lamentou a morte da filha e destacou o momento pessoal que ela vivia.
“Ela estava em um momento áureo da vida, que foi interrompido violentamente com um atropelamento em Ipanema, no mesmo dia que ela chegou”, afirmou o diplomata.
A investigação deverá apurar as circunstâncias do atropelamento, incluindo a dinâmica do acidente e a conduta do motorista. Até o momento, conforme as informações divulgadas, o condutor foi ouvido e liberado após prestar depoimento.
A morte de Mariana causou comoção entre familiares e pessoas próximas. A jovem, que retornava ao Brasil após uma trajetória marcada por passagens por diferentes países, iniciava uma nova etapa no Rio de Janeiro quando foi atingida em Ipanema.
O episódio segue sob apuração da Polícia Civil fluminense.
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