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Empresas chinesas pedem diálogo para resolver questões comerciais com UE, diz CCPIT

Beijing, 1º jul (Xinhua) — Empresas chinesas pedem a solução das questões que afetam a cooperação econômica e comercial bilateral entre a China e a União Europeia (UE) por meio do diálogo e da consulta,…

Beijing, 1º jul (Xinhua) — Empresas chinesas pedem a solução das questões que afetam a cooperação econômica e comercial bilateral entre a China e a União Europeia (UE) por meio do diálogo e da consulta, disse o Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT, em inglês) nesta terça-feira.

As empresas chinesas também esperam que a UE ofereça um ambiente de negócios equitativo, justo e não discriminatório para as empresas chinesas que operam na Europa, disse Wang Yifei, porta-voz do CCPIT, em uma coletiva de imprensa.

Na coletiva de imprensa, o órgão de promoção comercial divulgou seu relatório sobre o ambiente de negócios na UE para 2025, baseado em uma pesquisa com empresas chinesas.

O relatório revelou que as comunidades empresariais da China e da UE trabalharam ativamente em 2025, com resultados frutíferos de cooperação e uma disposição crescente para fortalecer a cooperação. Cerca de 53% das empresas entrevistadas avaliaram positivamente o ambiente de negócios da UE, enquanto 48,8% disseram que planejavam expandir a cooperação na cadeia de suprimentos com empresas da UE.

De acordo com o relatório, as empresas chinesas que operam na Europa estão priorizando os setores da economia digital, financeira e verde da UE.

As empresas pesquisadas expressaram preocupações quanto à crescente tendência da UE de abusar do conceito de segurança em questões econômicas e comerciais, além do aumento das barreiras comerciais e de investimento e dos custos de produção mais elevados.

O relatório observou ainda que a expansão da legislação ambiental da UE tem aumentado significativamente os custos de entrada no mercado e os custos operacionais para as empresas estrangeiras, sendo que o Mecanismo de Ajustamento Carbônico Fronteiriço (CBAM, sigla em inglês) da UE, em particular, contribui para o aumento dos custos operacionais e da incerteza empresarial.

O CBAM é a medida da UE que impõe um preço de carbono às emissões incorporadas em certos produtos de alta intensidade de carbono que entram na UE e alinha o custo do carbono das importações com aquele enfrentado pelos produtores da UE no âmbito do Sistema de Comércio de Emissões da UE.

Fonte: Agência Xinhua — https://portuguese.news.cn/20260701/7246e8b653e5490996f30da677c919d6/c.html

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