Um general da ativa do Exército chamado Antonio Hamilton Mourão afirmou, em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na última sexta-feira (15), que haverá “intervenção militar” se o Judiciário “não solucionar o problema político”, em referência à corrupção de políticos.
O tal general diz que “os militares terão que impor isso”. E o mais grave é que ele disse que “O Alto Comando do Exército avalia que ainda não é o momento para a ação”, mas que ela “poderá ocorrer após aproximações sucessivas”.
“Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso e o Exército tem planejamentos muito bem feitos”.
As declarações de um militar inexpressivo como esse ganharam destaque simplesmente porque ele é da ativa e falou em nome do “alto comando” das Forças Armadas”. Na prática, isso se torna meio caminho andado para consolidação de um golpe militar com direito a tanques na rua etc.
Antes de avançar nesse assunto, porém, vale entender do que é que o tal Mourão falou. A pergunta foi feita pelos organizadores do evento, uma loja da Maçonaria, instituição ultrarreacionária e de caráter fascista amplamente conhecida, e que congrega gente abastada, mas profundamente ignorante, iletrada e fanática.
(…)
Ou seja: o Congresso relativizou o voto popular e, com este relativizado, os militares já acham que não é mais tão importante e se propõem a jogar no lixo os votos de todos os golpistas que também jogaram no lixo os votos de Dilma.
Leia a íntegra no Blog da Cidadania
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão