Tudo que já foi dito a favor ou contra a medida do presidente americano Donald Trump ao anunciar a mudança
da Embaixada dos EUA para Jerusalém após considerá-la a Capital de Israel, e não mais Tel Aviv como se dava
até antes do anúncio, é fator importante de se levar muito em conta pela ampliação imensa da tensão no Oriente
Médio, entretanto, já não é mais possivel encobrir de forma objetiva que tudo também está a serviço prioritariamente da
Indústria Bélica, a partir da terra de Tio Sam.
São muitos os efeitos advindos da decisão de tirar Jerusalém da condição exclusiva da Capital dos Povos da Palestina, historicamente
sempre assim tratando o espaço geográfico sagrado, entretanto, nada além da supremacia de Israel – País mais seguro
do Mundo exatamente pelos conflitos desde 1967, é mais do que visivel atestar em torno do altissimo nivel de investimentos armamentistas que
passam a ser obrigados à aquisição pelo aguçamento da crise fortalecendo e favorecendo os Países mais ricos em detrimentos dos demais
no Oriente Médio.
A rigor, como ficou bastante claro durante a campanha presidencial americana, Donal Trump sempre representou a
camada social dos EUA com posicionamento ideológico de extrema direita, onde nesse segmento estão os multimilionários
do Petróleo e, sobretudo, da indústria armamentista, principal base do PIB americano.
É certo que o desequilibrio adotado por Trump fará os EUA perderem a condição de neutralidade diante do histórico conflito
no Oriente Médio, logo trará mais dificuldades à ONU no processo de negociação de paz que não se efetivará tão cedo
diante deste novo contexto, entretanto, a partir de agora quem passa a lucrar rios de dinheiro com o sangue a jorrar no
Oriente Médico é exatamente o segmento de armas sempre precisando desovar seus poderosos investimentos.
Donald Trump é o “garoto propaganda” da indústria de guerras e mortes em série.
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