Opinião

Todo mundo tem sua cachacinha

É por isso que o presidente LULA (preso político) irá usar a centenária cachacinha para comemorar a grande vitória que se avizinha: Ser solto do cativeiro imposto e tomar um gole do produto exportação, com os representantes fiéis da resistência do MOVIMENTO NACIONAL LULA LIVRE, que se encontram acampados há um ano em frente à…

Todo mundo tem sua cachacinha
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TODO MUNDO TEM A SUA CACHACINHA!
Por Valéria Guerra Reiter

O que é cachaça?
Comecemos pela etimologia: Vindo lá da velha língua ibérica o termo cachaza, significa “Vinho de borra”, ou mesmo de “cachaço”, que significa porco, ou “cachaça”, que significa porca.

E fermentou-se a gramínea CANA-DE-AÇÚCAR, e então o produto aguardente tornou-se uma tônica na Colônia brasileira.

A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.

Portugal estava fazendo com seu novo domínio tudo que achava melhor fazer, o que importava era apenas o lucro. O sangue derramado de índios e negros era apenas uma conveniência lógica. E até mesmo o uso da aguardente se fazia para que os homens/escravos e saudosos de sua “Mãe África” ficassem um pouco mais conformados, e morressem menos; para produzirem mais.

Bem, o tempo foi passando e a CACHAÇA, que em tempos idos fora considerada uma bebida para baldos; sob melhor refinamento – atinge todas as camadas; e as noticias da conhecida birita demonstram sua importância comercial, como o segmento abaixo comprova:

“BRASÍLIA – A cachaça é a bebida destilada mais consumida no Brasil. A caipirinha, por sua vez, o drinque brasileiro mais conhecido no mundo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac), as exportações de destilado cresceram 4,62% em valor e 7,87% em volume, em 2016, com relação a 2015. No ano passado, o Brasil exportou 8,38 milhões de litros para cerca de 54 países, gerando receita de US$ 13,94 milhões.”

É por isso que o presidente LULA (preso político) irá usar a centenária cachacinha para comemorar a grande vitória que se avizinha: Ser solto do cativeiro imposto e tomar um gole do produto exportação, com os representantes fiéis da resistência do MOVIMENTO NACIONAL LULA LIVRE, que se encontram acampados há um ano em frente à sede da POLÍCIA FEDERAL em Curitiba.

Posso afirmar que por razões pessoais não bebo álcool, porém o valor desta bebida genuinamente brasileira é tão simbólico e importante, que se transformou metaforicamente em um bordão na boca da população; como a expressão ao lado demonstra – atribuída ao meu caso especial: “Escrever, dirigir peças, e encenar são as minhas cachacinhas”

 

                                        TODO MUNDO TEM A SUA CACHACINHA!

Por Valéria Guerra Reiter

 

       O que é cachaça? 

      Comecemos pela etimologia: Vindo lá da velha língua ibérica o termo cachaza, significa “Vinho de borra”, ou mesmo de “cachaço”, que significa porco, ou “cachaça”, que significa porca.

 

     E fermentou-se a gramínea CANA-DE-AÇÚCAR, e então o produto aguardente tornou-se uma tônica na Colônia brasileira.

 

     A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.

 

    Portugal estava fazendo com seu novo domínio tudo que achava melhor fazer, o que importava era apenas o lucro. O sangue derramado de índios e negros era apenas uma conveniência lógica. E até mesmo o uso da aguardente se fazia para que os homens/escravos e saudosos de sua “Mãe África” ficassem um pouco mais conformados, e morressem menos; para produzirem mais.

 

     Bem, o tempo foi passando e a CACHAÇA, que em tempos idos fora considerada uma bebida para baldos; sob melhor refinamento – atinge todas as camadas; e as noticias da conhecida birita demonstram sua importância comercial, como o segmento abaixo comprova:

 

   “BRASÍLIA – A cachaça é a bebida destilada mais consumida no Brasil. A caipirinha, por sua vez, o drinque brasileiro mais conhecido no mundo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac), as exportações de destilado cresceram 4,62% em valor e 7,87% em volume, em 2016, com relação a 2015. No ano passado, o Brasil exportou 8,38 milhões de litros para cerca de 54 países, gerando receita de US$ 13,94 milhões.”

 

        È por isso que o presidente LULA (preso político) irá usar a centenária cachacinha para comemorar a grande vitória que se avizinha: Ser solto do cativeiro imposto e tomar um gole do produto exportação, com os representantes fiéis da resistência do MOVIMENTO NACIONAL LULA LIVRE, que se encontram acampados há um ano em frente à sede da POLÍCIA FEDERAL em Curitiba.

 

 

     Posso afirmar que por razões pessoais não bebo álcool, porém o valor desta bebida genuinamente brasileira é tão simbólico e importante, que se transformou metaforicamente em um bordão na boca da população; como a expressão ao lado demonstra – atribuída ao meu caso especial: “Escrever, dirigir peças, e encenar são as minhas cachacinhas”

 

   

 

   

 

   

 

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