No carnaval de Olinda foi tirada a fotografia que mais representa o sentimento atual do povo pobre brasileiro. Um catador de latas, ao ver o Boneco de Lula, se abraçou a ele emocionado.
Enquanto isso, no carnaval alemão, o atual presidente brasileiro, Bolsonaro, foi representado também por um boneco tipo Chucky.
O mandatário foi apresentado como criminoso ambiental, com braços de motosserra e árvores derrubadas e ensanguentadas ao seu redor, além de uma suástica no peito que foi retirada a pedido das autoridades.
No Brasil, Bolsonaro também foi homenageado pela Escola de Samba São Clemente, pelo humorista Marcelo Adnet que jogou laranjas na avenida; na Acadêmicos do Vigário Geral por uma boneco Bozo com faixa presidencial e fazendo arminha com as mãos.
A Portela, nas entrelinhas do samba, mandou mensagem para Crivella e Bolsonaro, “Nossa aldeia é sem partido ou facção, não tem bispo, nem se curva a capitão”.
Nas ruas de todo o país, Bolsonaro também foi lembrado e apupado por multidões com frases ortodoxas proferidas aos ditadores, aos fascistas e aos inimigos da cultura, da educação e da democracia.
O enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel foi a cantora Elza Soares, símbolo da mulher brasileira forte, negra e favelada. O Brasil precisa de mais Deusas Elzas e menos bruxas Damares.
“Brasil enfrente o mal que te consome, que os filhos do planeta fome, não percam a esperança em seu cantar” (Frase do samba da Mocidade).
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